"A solidariedade é um conceito que indica a noção de que fazemos parte de um todo. É exatamente essa consciência que está juntando diferentes personagens do empresariado, do Terceiro Setor e do governo. Para o bem estar de todos não podemos ter partes tão desconectadas em nossa sociedade para que possamos incluir todos os excluídos dentro de nossa sociedade. Para mim é isso solidariedade."
sábado, 28 de junho de 2008
"A solidariedade é um conceito que indica a noção de que fazemos parte de um todo. É exatamente essa consciência que está juntando diferentes personagens do empresariado, do Terceiro Setor e do governo. Para o bem estar de todos não podemos ter partes tão desconectadas em nossa sociedade para que possamos incluir todos os excluídos dentro de nossa sociedade. Para mim é isso solidariedade."
Sai ou não sai a refinaria Abreu e Lima?
No segundo encontro deste ano, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez, da Venezuela, não conseguiram celebrar o acordo entre as estatais Petrobras e a PDVSA para a implantação da refinaria Abreu Lima, em Recife, e a exploração do petróleo na faixa do Rio Orinoco, na Venezuela. Nós cidadãos pernambucanos e brasileiros, não entendemos o motivo de tanta demora.
Lula falou, nesta sexta-feira, que "o acordo está sendo trabalhado com cuidado, porque não é uma ação entre amigos, mas uma relação entre duas empresas grandes e poderosas".
Lula falou, nesta sexta-feira, que "o acordo está sendo trabalhado com cuidado, porque não é uma ação entre amigos, mas uma relação entre duas empresas grandes e poderosas".
A refinaria está sendo construída com recursos da Petrobras. Para a implantação da refinaria será constituída uma empresa binacional, mas ainda é preciso elaborar o estatuto, o acordo de acionistas e o contrato de compra e venda da Venezuela.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Greve propõe volta pra casa com reforço no policiamento

A Polícia Militar vai intervir para garantir a volta para casa dos usuários do sistema público de transportes da Região Metropolitana do Recife, pois os operadores decretaram uma paralisação de advertência nesta sexta-feira. De acordo com o presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Dilson Peixoto, a segurança será reforçada tanto nos terminais de integração quanto nos localizados no centro do Recife.
A greve, de 24h, só deve terminar à 0h, mas a EMTU assegura que 70% dos coletivos que circulam na RMR estão operando normalmente. A informação é contestada pelo presidente do Sindicato dos Rodoviários, Patrício Magalhães, que assegura uma adesão de 80% dos empregados ao movimento grevista. Estima-se que a paralisação tenha afetado diretamente cerca de 1,7 milhões de pessoas.Os manifestantes pedem um reajuste salarial de 12,88%, contra os 4% oferecidos pelos patrões. De acordo com Patrício, uma nova reunião entre a categoria e os donos de empresas de ônibus deve ocorrer na próxima semana na Delegacia Regional do Trabalho (DRT). Se não houver acordo, porém, a categoria ameaça uma nova greve, desta vez por tempo indeterminado.
sábado, 14 de junho de 2008
Fórum debate democratização da comunicação

Uma grande mobilização em torno da democratização da comunicação e da defesa da diversidade informativa reunirá, nos dias 14 e 15 de junho, jornalistas, acadêmicos, estudantes e ativistas no campus da Praia Vermelha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O I Fórum de Mídia Livre vai debater perspectivas de comunicação plural e democrática, pressionando o poder público a garantir espaços para os veículos de mídia livre nas tevês e nas rádios públicas, e que as verbas de publicidade contemplem a ampla variedade de veículos de mídia e a diversidade de sua natureza. As bases para a organização do evento foram estabelecidas em reunião realizada em abril, na cidade de São Paulo, quando profissionais da área emitiram documento intitulado "Manifesto da Mídia Livre". "O setor da comunicação no Brasil não reflete os avanços que ao longo dos últimos 30 anos a sociedade brasileira garantiu em outras áreas. Isso impede que o país cresça democraticamente e se torne socialmente justo", sublinha o manifesto.
Dentre as propostas sugeridas pelo documento, que critica a lógica dominante no setor das comunicações por privilegiar os interesses dos grandes grupos econômicos, consta a realização da Conferência Nacional de Comunicação. Na avaliação dos signatários, este seria o espaço apropriado para o estabelecimento de um novo marco regulatório capaz de limitar a concentração do mercado e a formação de oligopólios. As reivindicações apresentadas no manifesto, que também solicita ao Estado brasileiro maior apoio às iniciativas das rádios comunitárias, terão reflexo na fala dos palestrantes que participarão da mesa de abertura do fórum. Estão confirmados para este momento o professor Emir Sader, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a professora Ivana Bentes, a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lucia Stump, os jornalistas Paulo Salvador (veículo impresso) e Bernardo Kucinsky (jornalismo alternativo e independente), bem como o idealizador da Agência Carta Maior, Joaquim Palhares.
Dentre os objetivos do I Fórum de Mídia Livre consta a mobilização de recursos e esforços para a elaboração de um portal na internet capaz de abrigar a diversidade das expressões da cidadania e de garantir a máxima visibilidade às iniciativas já existentes no ciberespaço. A participação no fórum do Rio de Janeiro é aberta e a inscrição é obrigatória. No dia 15, no período da tarde, haverá um espaço destinado à apresentação de oficinas, com o objetivo de contribuir para o aprofundamento dos debates, exposição de novos pontos de vista e produção colaborativa.
Fonte: ALC
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Floresta em perigo, terra de ninguém!

Sendo a Amazônia o pulmão do mundo, necessário seria que os países futuramente prejudicados com o seu desaparecimento financiassem um controle ambiental mais efetivo. Se depender do Brasil, tudo fica como está. O desflorestamento produz muitos empregos e satisfaz interesses comerciais.
A postura da ex-ministra Marina Silva, de preservação incondicional da Amazônia não satisfaz aos interessados em grandes investimentos. É o capital quem comanda o desflorestamento. Lula, na verdade, sentiu-se aliviado com a renúncia da ministra.
Mais de 12% da área original da floresta amazônica já foram destruídos devido a políticas governamentais inadequadas, modelos inapropriados de ocupação do solo e pressão econômica, que levou à ocupação desorganizada e ao uso não sustentável dos recursos naturais. Muitos imigrantes foram estimulados a se instalar na região e acabaram levando métodos agrícolas impróprios para a floresta. Esse processo levou a degradação de terras que eram essenciais à sobrevivência de alguns povos nativos da Amazônia, como índios, ribeirinhos e seringueiros, que tiram dos recursos naturais da floresta sua subsistência.
A nível nacional a preocupação já atinge proporções ainda maiores, com relação a demarcação de terras indígenas, áreas cultivadas por plantadores de arroz e a construção da hidrelétrica de Belo Monte, nas proximidades do município de Altamira, no estado do Pará. Não há exagero em tais afirmações, pois os fatos que vêm ocorrendo atestam a realidade e possíveis desdobramentos de uma situação merecedora de atenção.
O grave episódio, ocorrido no dia 19 de maio, em que foi agredido e ferido o engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, vítima de índios Caipós insatisfeitos ou usados como massa de manobra por quem quer que seja, confirmam justas apreensões. A polícia federal já está presente no local e vem realizando investigações, dedicando-se, nos últimos dias, a apurar de onde vieram facões novos em poder dos índios, descobrindo parte de sua origem antes do encontro Xingu Vivo para Sempre, ora se realizando em Altamira, com a presença de 2.500 pessoas, entre as quais cerca de 800 etnia indígena. Misturam-se nesse evento participantes de diversos setores, entre os quais dezenas de ONGs, não se podendo descartar a hipótese de ocorrência de incitação à violência.
É indiscutível uma realidade que remonta há décadas: a cobiça de estrangeiros pela Amazônia, alguns até propondo a sua internacionalização, como se fosse terra de ninguém, quando, na realidade, integra o território nacional. É para se rever os conceitos, seu Lula.
A postura da ex-ministra Marina Silva, de preservação incondicional da Amazônia não satisfaz aos interessados em grandes investimentos. É o capital quem comanda o desflorestamento. Lula, na verdade, sentiu-se aliviado com a renúncia da ministra.
Mais de 12% da área original da floresta amazônica já foram destruídos devido a políticas governamentais inadequadas, modelos inapropriados de ocupação do solo e pressão econômica, que levou à ocupação desorganizada e ao uso não sustentável dos recursos naturais. Muitos imigrantes foram estimulados a se instalar na região e acabaram levando métodos agrícolas impróprios para a floresta. Esse processo levou a degradação de terras que eram essenciais à sobrevivência de alguns povos nativos da Amazônia, como índios, ribeirinhos e seringueiros, que tiram dos recursos naturais da floresta sua subsistência.
A nível nacional a preocupação já atinge proporções ainda maiores, com relação a demarcação de terras indígenas, áreas cultivadas por plantadores de arroz e a construção da hidrelétrica de Belo Monte, nas proximidades do município de Altamira, no estado do Pará. Não há exagero em tais afirmações, pois os fatos que vêm ocorrendo atestam a realidade e possíveis desdobramentos de uma situação merecedora de atenção.
O grave episódio, ocorrido no dia 19 de maio, em que foi agredido e ferido o engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, vítima de índios Caipós insatisfeitos ou usados como massa de manobra por quem quer que seja, confirmam justas apreensões. A polícia federal já está presente no local e vem realizando investigações, dedicando-se, nos últimos dias, a apurar de onde vieram facões novos em poder dos índios, descobrindo parte de sua origem antes do encontro Xingu Vivo para Sempre, ora se realizando em Altamira, com a presença de 2.500 pessoas, entre as quais cerca de 800 etnia indígena. Misturam-se nesse evento participantes de diversos setores, entre os quais dezenas de ONGs, não se podendo descartar a hipótese de ocorrência de incitação à violência.
É indiscutível uma realidade que remonta há décadas: a cobiça de estrangeiros pela Amazônia, alguns até propondo a sua internacionalização, como se fosse terra de ninguém, quando, na realidade, integra o território nacional. É para se rever os conceitos, seu Lula.
sábado, 7 de junho de 2008
Sabia que não ia me conformar com o fim da CPMF

Sabia que meu extrato bancário ia ficar pequeno sem aquelas linhazinhas que comiam meu salário devagarzinho. Também acho injusto porque além de termos que decorar uma nova sigla que inevitavelmente será criada, o legal da CPMF era que ela era provisória então tinha aquele ar de que a vida melhoraria depois do fim...
Não fique emocionado!
Nosso governo é competente o suficiente para criar novos impostos e taxas, isso não se discute, mas mesmo assim, encorajo você a sugerir novas cobranças, taxas e afins... vamos, o espírito da CPMF não pode morrer!
Que tal:
ISET - Imposto sobre espera telefônica - A cada vez que você ficar esperando ao telefone, paga.
TPSRL - Taxa provisória sobre reclamação ao Lula - Toda vez que alguém reclamar do Lula, paga uma taxa… mas é provisória.
CSHN - Cobrança sobre hora de novela - A cada hora que você passa assistindo novela, paga.
TSFP - Taxa sobre falta de parlamentar - A cada falta de um parlamentar em uma votação no congresso, nós pagamos
ISTC - Imposto sobre taxas e cobranças - É o seguinte, toda taxa e cobrança que você pagar ao governo, 10% disso vai para o governo. Sacou?
É AMIGO... MAS O GOVERNO É MESMO CRIATIVO, NÃO DUVIDE!!!
Esse pário vai ficar mesmo com uma outra sigla: O CSS – Contribuição Social para Saúde.
.
Invente, tente, crie um imposto diferente!
Não fique emocionado!
Nosso governo é competente o suficiente para criar novos impostos e taxas, isso não se discute, mas mesmo assim, encorajo você a sugerir novas cobranças, taxas e afins... vamos, o espírito da CPMF não pode morrer!
Que tal:
ISET - Imposto sobre espera telefônica - A cada vez que você ficar esperando ao telefone, paga.
TPSRL - Taxa provisória sobre reclamação ao Lula - Toda vez que alguém reclamar do Lula, paga uma taxa… mas é provisória.
CSHN - Cobrança sobre hora de novela - A cada hora que você passa assistindo novela, paga.
TSFP - Taxa sobre falta de parlamentar - A cada falta de um parlamentar em uma votação no congresso, nós pagamos
ISTC - Imposto sobre taxas e cobranças - É o seguinte, toda taxa e cobrança que você pagar ao governo, 10% disso vai para o governo. Sacou?
É AMIGO... MAS O GOVERNO É MESMO CRIATIVO, NÃO DUVIDE!!!
Esse pário vai ficar mesmo com uma outra sigla: O CSS – Contribuição Social para Saúde.
.
Invente, tente, crie um imposto diferente!
Assinar:
Postagens (Atom)