Apesar dos assuntos escandalosos que repercutem no ambiente midático...gostei da decisão do Senado em aprovar a lei 11.942/09. Segundo consta, presas gestantes terão condições mínimas de assistência, como acompanhamento médico durante o pré-natal e no pós-parto, além de atendimento clínico ao bebê. Essa é uma atitude que põe em prática os direitos e garantias já previstos na constituição federal.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Ser Ateu não dá!
Por Phelipe Cavalcante
Particularmente, ao escrever sobre o ateísmo, nossa preocupação se volta para a nova onda que estamos vivendo. Reportagens em vários periódicos (revistas e jornais) e livros não religiosos têm sido escritos sobre o tema. Findou-se o século XX com a religiosidade em alta, mas acreditava-se que essa boa estatística iria chegar ao fim. No entanto, recentemente uma pesquisa inédita de um instituto alemão revelou que 95% dos jovens brasileiros, entre 18 e 29 anos, se dizem religiosos. Eis a resistência da fé em um mundo complexo, marcado pela descrença. O próprio Freud, já no século XX, sustentou que “a religião é uma projeção simbólica do inconsciente, na qual Deus ocupa a imagem paterna”; Karl Marx em seus estudos históricos, afirmou: “A religião é o ópio do povo”.
Os grandes filósofos e estudiosos da área de humanidades repugnaram a existência de Deus, como se Ele só existisse porque o homem afirma que sim. Todavia, algumas das mesmas mentes brilhantes que fizeram história no passado puderam refletir, mais cedo ou mais tarde, sobre um dos principais questionamentos da alma humana: Deus existe? E, ao longo da história tentou-se racionalizar a respeito. Mas, a razão não explica Deus. Vamos conferir as frases proferidas por pessoas sem fé instantes antes da morte: “Fui abandonado por Deus e pelos homens” (Voltaire), e então disse: “Doutor, dar-lhe-ei metade do que possuo se me der mais seis meses de vida”. O médico então respondeu: “Senhor, não poderás viver nem seis semanas”. Voltaire respondeu: “Então vou para o inferno”, e logo depois faleceu. “Estou nas chamas” (David Hume). “Tomei providências para tudo na vida, somente não para a morte, e agora tenho de morrer completamente despreparado”(Cesare Borgia). “Alma, que será de ti?”. (Mazarino). “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens (Nietzsche). Viu só? Na verdade, o ateísmo, mesmo sem perceber, é uma maneira de tentar fugir de Deus. Como diria Robert Millikam, Prêmio Nobel de Física, em 1923 - “Toda pessoa que reflete crê em Deus”. Queria que todos pudessem refletir o que o apóstolo Tiago escreveu: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg 4:14). A nossa vã filosofia, o nosso “eu” não podem se equiparar com as inesplicáveis ações da fé. Deus está vivo!! É preciso buscá-lo!
Os grandes filósofos e estudiosos da área de humanidades repugnaram a existência de Deus, como se Ele só existisse porque o homem afirma que sim. Todavia, algumas das mesmas mentes brilhantes que fizeram história no passado puderam refletir, mais cedo ou mais tarde, sobre um dos principais questionamentos da alma humana: Deus existe? E, ao longo da história tentou-se racionalizar a respeito. Mas, a razão não explica Deus. Vamos conferir as frases proferidas por pessoas sem fé instantes antes da morte: “Fui abandonado por Deus e pelos homens” (Voltaire), e então disse: “Doutor, dar-lhe-ei metade do que possuo se me der mais seis meses de vida”. O médico então respondeu: “Senhor, não poderás viver nem seis semanas”. Voltaire respondeu: “Então vou para o inferno”, e logo depois faleceu. “Estou nas chamas” (David Hume). “Tomei providências para tudo na vida, somente não para a morte, e agora tenho de morrer completamente despreparado”(Cesare Borgia). “Alma, que será de ti?”. (Mazarino). “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens (Nietzsche). Viu só? Na verdade, o ateísmo, mesmo sem perceber, é uma maneira de tentar fugir de Deus. Como diria Robert Millikam, Prêmio Nobel de Física, em 1923 - “Toda pessoa que reflete crê em Deus”. Queria que todos pudessem refletir o que o apóstolo Tiago escreveu: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg 4:14). A nossa vã filosofia, o nosso “eu” não podem se equiparar com as inesplicáveis ações da fé. Deus está vivo!! É preciso buscá-lo!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Quero ser Juiz de Direito
- Gadelha Neto, jornalista
A decisão do STF, que dispensa o diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, me abre um mundo novo: a possibilidade de ser Juiz de Direito e, quem sabe, até alçar voo rumo ao próprio Supremo.
Sim, porque a decisão deixou claro que a minha profissão não exige diploma porque não são necessários conhecimentos técnicos ou científicos para o seu exercício. Disse mais: que o direito à expressão fica garantido a todos com tal “martelada”.
Tampouco a respeitabilíssima profissão de advogado e o não menos respeitável exercício do cargo de juiz pressupõem qualquer conhecimento técnico ou científico. Portanto me avoco o direito (e, mesmo, a obrigação), já que assim está decidido, de defender a sociedade brasileira diante dos tribunais e na própria condução de julgamentos.
Além de ser alfabetizado e, portanto, apto a ler, entender, decorar e interpretar nossos códigos e leis, tenho 52 anos (o que me dá experiência de vida e discernimento sobre o certo e o errado) e estudei – durante o curso de jornalismo (!) – filosofia, direito, psicologia social, antropologia e ética – entre outras disciplinas tão importantes quanto culinária ou moda: redação em jornalismo, estética e comunicação de massa, radiojornalismo, telejornalismo, jornalismo impresso etc.
Com essa bagagem e muita disposição, posso me dedicar aos estudos e concorrer às vagas de juiz pelo Brasil afora, em pé de igualdade com os colegas advogados. Também posso pagar e me dedicar aos cursos especializados em concursos públicos para o cargo, se eu julgar necessário. E não é justo que me exijam, em momento algum, qualquer diploma ao candidatar-me ao cargo.
Afinal, se a pena de um jornalista não pode causar mal à sociedade (!!?), a de um juiz também não teria este poder de fogo. As leis – e elas são justas em si – existem para serem cumpridas e cabe a um juiz, tão somente – usando da simplicidade do STF – seguir a “receita de bolo” descrita pelos nossos códigos. Assim sendo, um juiz não pode causar mal algum a ninguém, se seguir, estritamente, o que determina a lei. Concordamos?
Data venia, meus colegas advogados, por quem nutro o devido respeito (minha mãe, cunhada, irmão e sobrinha – por favor, compreendam), quero ser juiz porque é um direito meu, assegurado pelo STF, e o salário de jornalista não está lá estas coisas.
domingo, 12 de abril de 2009
A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA

Leitores e amigos, encontrei este artigo abaixo num site, e o achei muito interessante para refletirmos melhor sobre os males deixados na Amazônia.
Vamos conter a devastação da Amazônia, antes que seja tarde demais.
O noticiário tem colocado essa região na ordem do dia, pelo muito que ela representa para o equilíbrio ecológico do planeta que se vê ameaçado pelo homem com o seu terrível e implacável poder de destruição.
No passado a Amazônia era visitada por estudiosos: cientistas, biólogos, evangélicos, católicos, que palmilhavam o seu interior, com boas ou más intenções, mas dentro de um trabalho silencioso e sem agressão ao meio ambiente.
Agora, são os devastadores, na busca insana da riqueza fácil, destruindo árvores colossais e centenárias, com as impiedosas motosserras, ou abrindo clareiras com a destruição pelo fogo, contribuindo grandemente para poluir o meio ambiente.
Mas há outro problema que preocupa muito: é a invasão da Amazônia por madeireiras pertencentes a grupos estrangeiros, que estão comprando imensas áreas, conforme informação apresentada pelo sr. Sérgio Antônio Gonçalves, em pronunciamento na Maçonaria, há alguns anos, com a autoridade de dirigente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental no Estado de Roraima.
Disse o dr. Sérgio Antônio Gonçalves:
"Nossa preocupação advém do modelo de desenvolvimento que estas empresas vêm desenvolvendo por onde passam, modelo este de devastação, pois em pouco mais de 25 anos estas empresas devastaram mais de 70% das florestas do Vietnã, Indonésia, Guiana e outros países".
A jornalista Juliana Sofia, da Equipe do Correio Brasiliense, numa reportagem intitulada "Selo verde para conter a devastação", declarou, faz algum tempo:
"Fatias da Floresta Amazônica são espalhadas diariamente por várias partes do mundo. Na Comunidade Econômica Européia, nos Estados Unidos e até no Japão se transformam em móveis, lambris, portas e esquadrias.
É a floresta que vem sendo paulatinamente destruída, e isto não tem ocorrido em maior escala porque as restrições comerciais de caráter ecológico têm imposto barreiras a essa destruição, com a instituição do chamado "selo verde".
O selo, segundo relato da jornalista, servirá para demonstrar que há uma preocupação com a preservação da floresta. Sem essa prova a madeira não será negociada.
Isto, porém, não é suficiente para conter a sanha dos que querem enriquecer a qualquer custo, mesmo que isso implique na destruição de uma riqueza que poderia ser renovada.
A continuar essa situação, sem um plano de efetiva restauração da floresta, seremos, dentro em breve, importadores de madeira, segundo previsões do IBAMA divulgada, faz algum tempo, pela CBN.
A verdade é que cabe ao Governo voltar as suas vistas para a Amazônia, traçando uma efetiva política de ação para a região, sem receio de nela investir.
Como bem declarou o sociólogo Gilberto Freire: "sendo a Amazônia uma região brasileira de interesse nacional, é preciso que seja, cada vez mais, preocupação brasileira. Objeto-sujeito de estudos, de pesquisas, de meditações de brasileiros".
O noticiário tem colocado essa região na ordem do dia, pelo muito que ela representa para o equilíbrio ecológico do planeta que se vê ameaçado pelo homem com o seu terrível e implacável poder de destruição.
No passado a Amazônia era visitada por estudiosos: cientistas, biólogos, evangélicos, católicos, que palmilhavam o seu interior, com boas ou más intenções, mas dentro de um trabalho silencioso e sem agressão ao meio ambiente.
Agora, são os devastadores, na busca insana da riqueza fácil, destruindo árvores colossais e centenárias, com as impiedosas motosserras, ou abrindo clareiras com a destruição pelo fogo, contribuindo grandemente para poluir o meio ambiente.
Mas há outro problema que preocupa muito: é a invasão da Amazônia por madeireiras pertencentes a grupos estrangeiros, que estão comprando imensas áreas, conforme informação apresentada pelo sr. Sérgio Antônio Gonçalves, em pronunciamento na Maçonaria, há alguns anos, com a autoridade de dirigente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental no Estado de Roraima.
Disse o dr. Sérgio Antônio Gonçalves:
"Nossa preocupação advém do modelo de desenvolvimento que estas empresas vêm desenvolvendo por onde passam, modelo este de devastação, pois em pouco mais de 25 anos estas empresas devastaram mais de 70% das florestas do Vietnã, Indonésia, Guiana e outros países".
A jornalista Juliana Sofia, da Equipe do Correio Brasiliense, numa reportagem intitulada "Selo verde para conter a devastação", declarou, faz algum tempo:
"Fatias da Floresta Amazônica são espalhadas diariamente por várias partes do mundo. Na Comunidade Econômica Européia, nos Estados Unidos e até no Japão se transformam em móveis, lambris, portas e esquadrias.
É a floresta que vem sendo paulatinamente destruída, e isto não tem ocorrido em maior escala porque as restrições comerciais de caráter ecológico têm imposto barreiras a essa destruição, com a instituição do chamado "selo verde".
O selo, segundo relato da jornalista, servirá para demonstrar que há uma preocupação com a preservação da floresta. Sem essa prova a madeira não será negociada.
Isto, porém, não é suficiente para conter a sanha dos que querem enriquecer a qualquer custo, mesmo que isso implique na destruição de uma riqueza que poderia ser renovada.
A continuar essa situação, sem um plano de efetiva restauração da floresta, seremos, dentro em breve, importadores de madeira, segundo previsões do IBAMA divulgada, faz algum tempo, pela CBN.
A verdade é que cabe ao Governo voltar as suas vistas para a Amazônia, traçando uma efetiva política de ação para a região, sem receio de nela investir.
Como bem declarou o sociólogo Gilberto Freire: "sendo a Amazônia uma região brasileira de interesse nacional, é preciso que seja, cada vez mais, preocupação brasileira. Objeto-sujeito de estudos, de pesquisas, de meditações de brasileiros".
Fonte: Espaço Amazonico
Últimas palavras sobre Deus
Semana Santa
A fé no Deus criador deve ultrapassar milhares de barreiras nesse mundo, a principal delas é se desprender um pouco da lógica humana. Inicialmente, é preciso acreditar. Algumas pessoas que foram símbolos na história do pensamento humano mostraram minutos antes da morte o quanto eram vazias de fé: “Fui abandonado por Deus e pelos homens” (Voltaire) , e então disse: “Doutor, dar-lhe-ei metade do que possuo se me der mais seis meses de vida”. O médico respondeu: “Senhor, não poderá viver nem seis semanas” Voltaire respondeu: “Então vou para o inferno”, e logo depois expirou. “Estou nas chamas” (David Hume). “Tomei providências para tudo na vida, somente não para a morte, e agora tenho de morrer completamente desesperado” (Cesare Borgia). “Alma, que será de ti?” (Mozarino). “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens” (Nietzsche). Ao contrário dos que crêem: “Logo estarei com Jesus. Talvez eu esteja por demais ansioso. Isso é a morte? Ora, ela é melhor que a vida! Diga-lhes que morro feliz em Cristo” (John Lyth).
A fé no Deus criador deve ultrapassar milhares de barreiras nesse mundo, a principal delas é se desprender um pouco da lógica humana. Inicialmente, é preciso acreditar. Algumas pessoas que foram símbolos na história do pensamento humano mostraram minutos antes da morte o quanto eram vazias de fé: “Fui abandonado por Deus e pelos homens” (Voltaire) , e então disse: “Doutor, dar-lhe-ei metade do que possuo se me der mais seis meses de vida”. O médico respondeu: “Senhor, não poderá viver nem seis semanas” Voltaire respondeu: “Então vou para o inferno”, e logo depois expirou. “Estou nas chamas” (David Hume). “Tomei providências para tudo na vida, somente não para a morte, e agora tenho de morrer completamente desesperado” (Cesare Borgia). “Alma, que será de ti?” (Mozarino). “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens” (Nietzsche). Ao contrário dos que crêem: “Logo estarei com Jesus. Talvez eu esteja por demais ansioso. Isso é a morte? Ora, ela é melhor que a vida! Diga-lhes que morro feliz em Cristo” (John Lyth).
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O Nassoviano...
Em breve teremos exibições pela cidade, do nosso documentário " O Nassoviano e a Cidade Maurícia". Em breve!!! Aguardem!!!
Parabéns FENAJ!!!
Parabenizo a FENAJ, pela luta que vem fazendo em defesa da obrigatoriedade do diploma de nível superior para o exercício da profissão de jornalista. Eu, como cidadão e Jornalista, apoio a obrigatoriedade do diploma para o exercício legal da profissão. Pois, o profissional sem uma formação específica é desvalorizado pela empresa, não tem uma visão abrangente de como funciona a sociedade, tem dificuldades em trabalhar o texto e propriamente a notícia, não domina a técnica da profissão, e o que é pior, pode até não ter compromisso ético com o receptor. Mas, infelizmente estamos num "país alienado". Onde a legislação dá brechas para a corrupção e 'abrem mão' da desvalorização da classe.Quem pretende lucrar como isso é classe patronal. A população tem deixado de lutar pelos seus direitos, exigindo qualidade e respeito ao cidadão!
Na realidade quem vai sofrer com uma possível desvalorização da categoria será o próprio povo brasileiro.
Na realidade quem vai sofrer com uma possível desvalorização da categoria será o próprio povo brasileiro.
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