
Vejamos...
Vejo que realmente os órgãos responsáveis por administrar os direitos do povo estão agindo com total insanidade. Adianto sinceras desculpas aos que pretendem usufruir da nova possibilidade, a tal mudança de sexo.
Vejo que realmente os órgãos responsáveis por administrar os direitos do povo estão agindo com total insanidade. Adianto sinceras desculpas aos que pretendem usufruir da nova possibilidade, a tal mudança de sexo.
É sim correto, sei disso, e sabemos bem, que cidadãos que são arrasados por impostos têm direitos absolutos sobre quaisquer que sejam suas necessidades, sejam fisiológicas, socio-econômicas, psicológicas, e muitas outras coisas parecidas das quais não há necessidade de pontuar. No entanto, os próprios habitantes dessa tribo, já poderiam começar a tirar a venda dos olhos, colocar a mão pra fora dessa lama.
O mais inovador, é que nem ao menos se sabe onde incluir essa bondade constitucional, enquadra-se no panem et circenses, ou seria mais uma forma de jogar de lado as reais preocupações, e encher a mídia com alguns flashes interessantes como " Agora o governo agiu", "Cidadão é beneficiado por ação do SUS". Seria íncrivel. Nessa mesma linha, trago o leitor a uma séria reflexão.
Não é preciso ir muito ao passado para provar minha tese contrária a essa nova esmola governamental. Com tristeza e fúria, estivemos acompanhando notícias sobre a greve dos médicos em Alagoas, e como grandes brasileiros, reclamamos do governo e esperamos a novela começar. E como se fosse por uma ação gloriosa de Deus, José Cesário da Silva, pai de um menino de menos de dois anos, alagoano, assiste seu menino morrer ao tentar salvá-lo de um hospital sem plantonistas.
Há quem coloque a culpa nos médicos, por isso trago-lhes uma breve explicação. Os médicos de Alagoas querem um reajuste salarial para R$1500,00, sendo que o piso nacional é de R$3,800; esses profisionais reinvidicam aumento de 50%, o governo oferece a eles aumento de 5%, coloque-se em tal situação. Passe a refletir sobre os furos do Estado.
Não é preciso ir muito ao passado para provar minha tese contrária a essa nova esmola governamental. Com tristeza e fúria, estivemos acompanhando notícias sobre a greve dos médicos em Alagoas, e como grandes brasileiros, reclamamos do governo e esperamos a novela começar. E como se fosse por uma ação gloriosa de Deus, José Cesário da Silva, pai de um menino de menos de dois anos, alagoano, assiste seu menino morrer ao tentar salvá-lo de um hospital sem plantonistas.
Há quem coloque a culpa nos médicos, por isso trago-lhes uma breve explicação. Os médicos de Alagoas querem um reajuste salarial para R$1500,00, sendo que o piso nacional é de R$3,800; esses profisionais reinvidicam aumento de 50%, o governo oferece a eles aumento de 5%, coloque-se em tal situação. Passe a refletir sobre os furos do Estado.
Sem mais palavras, já lhes mostrei o ridículo e a própria morte em prol de minha idéia sobre essa bondade estatal, e não pensemos que essa visão é radical. Essa é a idéia mais lúcida de todas, ao passo que poucas linhas já fizeram o leitor parar, e pensar.
Enquanto isso...
“A economia brasileira vai bem”, disse Lula.
Num retorno ao passado, revigorado por uma nova forma de dominação econômica, hoje não mercantil, mas miseravelmente econômica, banqueira, vemos o governo associar-se às camadas dirigentes – o grande capital especulativo – a quem destina o grosso da arrecadação de recursos com os impostos que pagamos, para manter a plebe na ignorância concedendo-lhe amplos espaços de diversão subvencionada pelo assistencialismo estatal em associação com o capital especulativo assim como se criou – já no governo passado, tucano, de mesmíssima orientação econômica deste que aí está – uma série de mecanismos compensatórios que entram para a história não com o nome do oficialismo mas com o nome de batismo dado pelos estudiosos a todas estas concessões assistencialistas, insuficientes, aproveitando o terceiro mando de campo e uns pontos de vantagem acima do concorrente apresento-lhe a marcação eficiente, o chamado : Bolsa-Esmola., OPS! Será que errei o nome???
É Phelipe...
ResponderExcluirMas o governo não tem culpa total, a culpa é parcial. A população não tem se mobilizado para pedir mudanças significativas, por isso, o governo não tem agido.